Maiores médias - 5º Round - Instinto Materinty

Newborn

Nesta imagem, premiada com a maior média na categoria newborn do concurso Instinto Maternity, a fotógrafa traduz com precisão e sensibilidade um dos momentos mais desejados e profundos da vida: Ter um filho nos braços!

Nesta imagem o recém-nascido repousa em sono pleno, envolvido por tecidos claros e texturas orgânicas, cuidadosamente posicionados para acolher o corpo ainda delicado, respeitando sua anatomia e conforto, algo que exige técnica, experiência e absoluto domínio do fluxo de um ensaio newborn.

A luz suave, difusa e lateral revela um controle refinado da iluminação, evitando sombras duras e preservando os tons naturais da pele. O enquadramento superior conduz o olhar para o centro da cena, onde cada detalhe, das mãos relaxadas aos pés levemente flexionados, reforça a sensação de segurança e pertencimento. A paleta neutra foi escolhida com precisão, permitindo que a atenção permaneça no essencial: a vida em seu estado mais puro.

Há um rigor técnico desde a composição, a escolha da lente, a profundidade de campo curta que isola o bebê do fundo sem romper a harmonia visual. Mas há, sobretudo, afeto. Um afeto silencioso, que não se impõe, apenas existe!

 A fotografia não busca impacto; ela convida à contemplação.

Daniele Bonin demonstra, nesta obra, maturidade artística e sensibilidade humana. Seu olhar vai além do registro: ela constrói uma narrativa visual onde técnica e emoção caminham juntas, revelando não apenas um bebê, mas o início de uma história inteira. Uma imagem que respira calma, cuidado e verdade, e que justifica, com absoluta coerência, uma média alta em sua imagem.

Maior Média Maternity Newborn quinto round 2026 Daniele Bonin
Danielle Bonin : Média 10

Parto

Nesta fotografia, que alcançou a maior média na categoria Parto do concurso Instinto Maternity, Ludmila Gusman entrega uma imagem de impacto profundo, onde vida, força e vulnerabilidade coexistem no mesmo instante. Não há preparo possível para esse momento, e é justamente essa verdade que a fotografia de parto sustenta com tanta potência.

O enquadramento fechado elimina qualquer distração e conduz o olhar diretamente ao essencial: o nascimento em seu estado mais cru e honesto. A escolha do fundo escuro isola a cena com precisão, criando um contraste dramático que valoriza as texturas, os volumes e o primeiro contato entre as mãos médico e a vida em sua totalidade. A luz é pontual e extremamente bem controlada, incidindo de forma precisa sobre o bebê recém-nascido, revelando detalhes sem perder informação nas altas luzes, mesmo diante de uma cena tecnicamente desafiadora.

Há domínio absoluto da exposição e do foco em um contexto de movimento, imprevisibilidade e emoção extrema. A nitidez é cirúrgica onde precisa ser, enquanto o entorno permanece contido, respeitando a solenidade do instante. A leitura cromática e intensa, orgânica e real, não suaviza nem dramatiza além do necessário: ela apenas mostra o que é!

Mas o que torna esta imagem memorável vai além da técnica impecável. Ludmila Gusman fotografa com respeito, presença e sensibilidade. Seu olhar não invade; ele testemunha. O clique acontece no exato ponto em que um processo cirúrgico se transforma em vida, em que o corpo encerra um ciclo e inicia outro.

Esta fotografia não busca conforto visual. Ela busca verdade. E, ao fazê-lo, honra o parto como ele é: intenso, poderoso e profundamente humano, mesmo sendo de forma cirúrgica. Uma imagem que permanece, que emociona e que nos mostra que sua nota alta foi extremamente merecida e honrada!

Ludmila Gusman : Média 9,75

Gestante

Nesta fotografia, vencedora da maior média na categoria Gestante do concurso Instinto Maternity, Jana Cunha entrega uma imagem de força silenciosa e intimidade absoluta. O corpo materno deixa de ser cenário para se tornar linguagem: curvas, texturas e gestos constroem uma narrativa profunda sobre nutrição, vínculo e entrega.

A opção pelo preto e branco não é estética gratuita, ela depura a cena, elimina distrações cromáticas e valoriza o essencial. A luz suave, natural, modela os volumes com delicadeza, revelando a textura da pele, as marcas reais da gestação e o contraste preciso do vínculo entre mãe e filho. Não há excesso de sombra nem altas luzes estouradas; tudo está contido, equilibrado, respeitando harmonia do momento.

O enquadramento fechado cria proximidade e conduz o olhar para o gesto central: a amamentação como ato primordial!

A posição das mãos sustenta o bebê com segurança e ternura, enquanto o corpo materno forma uma composição quase escultural, pensada com rigor técnico e sensibilidade artística. A profundidade de campo controlada mantém o foco emocional intacto, isolando o momento do entorno sem desconectá-lo da natureza que o acolhe.

Existe uma técnica apurada na leitura da luz, na escolha do ângulo e no domínio do tempo do clique. Mas há, sobretudo, coragem. Coragem de mostrar a maternidade sem artifícios, sem idealizações, com verdade e respeito. Jana Cunha não fotografa apenas um corpo gestante ou materno, ela revela o instinto, o vínculo e a potência de um amor que se manifesta antes das palavras.

Uma imagem que não pede explicação. Ela permanece. Ela toca. E, por isso, merece o reconhecimento com honra.

Jana Cunha : Média 9

Nesta imagem, que também alcançou a maior média na categoria Gestante do concurso Instinto Maternity, Jana Cunha constrói uma fotografia de leitura profunda e silenciosa, onde o vínculo familiar se manifesta através do toque. Não há rostos, e ainda assim há presença. Cada mão, cada apoio e cada gesto contam uma história que dispensa palavras.

A escolha pelo preto e branco revela maturidade estética e domínio técnico. A ausência da cor direciona o olhar para as texturas da pele, para as marcas reais da gestação e para o diálogo entre luz e sombra, cuidadosamente equilibrado. A iluminação suave, provavelmente natural, desenha os volumes com precisão, respeitando as curvas do ventre e criando um contraste delicado entre os corpos que se conectam.

O enquadramento fechado elimina excessos e reforça a intimidade da cena. O ventre gestante ocupa o centro emocional da composição, enquanto as mãos do primeiro filho, conduz o olhar em linhas orgânicas, criando uma narrativa visual sólida e fluida. Há controle técnico evidente na exposição, na leitura dos tons médios e na nitidez seletiva, que mantém o foco no gesto e no afeto.

Mas é no campo sensível que a imagem se expande. A fotografia fala sobre pertencimento, sobre espera compartilhada, sobre um amor que já se organiza antes mesmo de nascer. Jana Cunha demonstra sensibilidade ao compreender que a maternidade não é um ato isolado, mas uma construção coletiva, feita de presença e cuidado.

Esta não é apenas uma imagem de gestação. É um retrato honesto do instinto, da conexão e da força que existe no simples ato de tocar. Uma obra que une técnica apurada e emoção genuína.

Jana Cunha : Média 9

Família

Nesta fotografia, que conquistou a maior média na categoria Família do concurso Instinto Maternity, Fran Corrales apresenta uma cena de afeto espontâneo e delicadeza cotidiana, daquelas que não se encenam, apenas acontecem. O olhar curioso da criança, envolto por cachos iluminados, encontra abrigo no gesto protetor que acolhe o pequeno gato, criando uma narrativa sensível sobre cuidado, empatia e vínculo.

Tecnicamente, a imagem revela domínio absoluto da luz. A iluminação quente, cuidadosamente direcionada, valoriza os tons de pele, realça a textura dos cabelos e cria um diálogo harmônico com o fundo suavemente desfocado, pontuado por luzes que acrescentam profundidade sem roubar protagonismo. A escolha da abertura permite uma profundidade de campo precisa, isolando os sujeitos e mantendo a atenção no encontro entre os dois olhares.

O enquadramento vertical reforça a intimidade da cena, conduzindo o olhar de cima para baixo de forma natural. A composição equilibra volumes, cores e texturas, do tecido xadrez que envolve o abraço às linhas orgânicas do corpo da criança e do gatinho, criando uma imagem visualmente rica e emocionalmente acessível. Há nitidez onde importa e suavidade onde a imagem pede respiro.

Mas é na sensibilidade do clique que a fotografia se expande. Fran Corrales capta um instante de conexão pura, onde o conceito de família se amplia e se traduz em cuidado, proteção e afeto genuíno. Não há poses rígidas, apenas presença. Uma imagem que acolhe, que aquece e que permanece.

Fran Corrales : Média 8,25

Nesta imagem, que alcançou a maior média na categoria Família do concurso Instinto Maternity, Fran Corrales constrói uma cena que parece suspensa no tempo, um fragmento de infância guardado com precisão técnica e sensibilidade da narrativa. O ambiente cuidadosamente decorado para o natal, dialoga com o gesto simples da criança, criando uma fotografia que vai além do retrato e se aproxima da memória.

A iluminação é um dos grandes pilares da imagem. A luz quente, difusa e envolvente cria camadas de profundidade, conduzindo o olhar até o ponto focal com naturalidade. Há um controle refinado das altas luzes, especialmente nas áreas decorativas, preservando detalhes e mantendo o equilíbrio entre cenário e personagem. O uso consciente da profundidade de campo isola o menino de forma sutil, sem romper a integração com o espaço que o acolhe.

A composição revela planejamento e leitura visual apurada. Linhas, texturas e elementos cenográficos conduzem o olhar de maneira fluida, enquanto o enquadramento vertical valoriza a cena e reforça a sensação de intimidade. Cada objeto tem função narrativa, mas nada compete com a expressão concentrada da criança, captada com sensibilidade e tempo de observação.

Tecnicamente consistente, a fotografia se sustenta também no campo emocional. Fran Corrales demonstra maturidade ao compreender que fotografar família é saber esperar, observar e respeitar o ritmo do momento. A imagem fala sobre afeto, imaginação e pertencimento, valores que não se encenam, apenas se reconhecem quando acontecem.

É uma fotografia que acolhe quem olha, desperta lembranças e confirma que técnica e emoção, quando caminham juntas, constroem imagens que permanecem. Eis aqui um reconhecimento mais do que merecido!

Fran Corrales : Média 8,25

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Dany Braga

Mentora Instinto Criativo